Meu Deus, como eu admiro gente que assume o que escolhe. Meu Deus, como eu admiro. E se tudo der errado? Eu nunca saberia como fazer.
O verão está chegando... (bobagem). Voltei pra crônica do Rubem Braga. Não importa, não interessa, eu adoro a história "acordei-lavei-o-rosto-vesti-a-camisa...".
Ultimamente eu tenho pensado em como as pessoas se transformam. Mas, mais intimamente, claro. Você conhece alguém que um dia foi "assim", e atualmente se tornou uma pessoa mais..."distante"? Eu conheço. Eu percebi isso em algumas. Enquanto eu, eu, fico sempre igual. Aliás, até piorando. Ultimamente eu também tenho bancado a sensível. E querem saber de uma coisa? As pessoas não são sensíveis. E me dá uma coisa, uma angústia, um peso... As pessoas não querem saber, elas procuram se esquivar ao máximo de qualquer reflexão que as leve, quem sabe, a uma conclusão completamente contrária ao que vivem. Ou será que estão mesmo felizes? Será possível estar tão feliz assim?
Outro dia uma professora criticou o jeito que eu escrevo: "quem foi que escreveu isso daqui? [apontando para o trabalho] Foi você, né? [apontando pra mim]. É, eu sabia". Quase não acreditei na mulher. Engraçado é que não é a primeira vez. É a terceira, pelos meus cálculos, que recebo esse reconhecimento [?], sempre vindo dos benditos professores. Vamos ver como vocês avaliam isso.
Tempo desse anotei um endereço. Coisa que envelhece e você, por um acaso, esquece de jogar fora. Tá na hora.